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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Jogos Históricos #2: A Série Resident Evil - Parte 1

Resident Evil é uma franquia rica e vasta, com uma gama de materiais diversificados que aumentam cada vez mais o seu universo, seja através de animações, livros, enciclopédias ou reports. Mas a verdadeira essência da série está em seus jogos, que são o foco principal dos eventos de toda a trama e têm maior peso na cronologia. Nesta primeira parte falamos dos jogos lançados com vídeos, do primeiro até o CODE: Verônica, divirta-se ;)

 Resident Evil 


Datas de Lançamento:

Resident Evil - Playstation: 1996 (US e JP)
Resident Evil - PC: 1997 (US e JP)
Resident Evil - Saturn: 1997 (US e JP)
Resident Evil Director's Cut - Playstation: 1997 (US e JP)
Resident Evil Director's Cut Dual Shock - Playstation: 1998 (US e JP)


Sinopse:

Resident Evil foi o game que decididamente abriu caminho para o estilo Survival Horror, primeiramente criado com o lançamento do game Alone In The Dark. Mas a Capcom tinha um ingrediente diferente, misturando tecnologia, ciência e muita tensão na mesma trama. Com tudo isso, o game acabou sendo um sucesso de vendas e até mesmo eleito um dos melhores títulos já lançados.

A trama se passa em Julho de 1998, numa cidadezinha pacata no meio-oeste dos Estados Unidos, chamada Raccoon. Há algum tempo já, alguns habitantes estão sendo atacados na região das Montanhas Arklay, que contorna toda a cidade. Todas as vítimas apresentando sinais de canibalismo em seus corpos. Muitas pessoas afirmam ter visto estranhos seres vagando pela área, mas nenhuma delas tem provas.

Com isso, a única solução que a polícia encontrara foi mandar um grupo especializado, os S.T.A.R.S. (Special Tactics of Rescue Service), até as montanhas para examinar o local, em busca de provas ou qualquer outra coisa que ajude a desvendar o mistério. O grupo mandado foi o Bravo Team, mas, misteriosamente, o outro grupo, o Alpha Team - composto por Chris Redfield, Jill Valentine, Barry Burton, Joseph Frost, o piloto Brad Vickers, e o capitão, Albert Wesker - perde contato com o Bravo. É aí que o Alpha entra em ação e vai atrás do grupo desaparecido nas montanhas. Chegando lá, tudo o que encontram é o helicóptero do Bravo vazio, mas eles logo descobririam o por quê. Apenas alguns minutos procurando por pistas, o grupo é atacado por cães, que estranhamente pareciam estar em estado de decomposição. Joseph morre, e eles tentam correr até o helicóptero, mas Brad parte sem eles. Sem mais esperanças de sobrevivência, eles começam a correr sem rumo, tentando escapar daquelas criaturas, e eis que inesperadamente, diante de seus olhos, há uma sombria mansão abandonada. Eles decidem se esconder lá até passar o perigo. Mas... o Bravo Team também estaria lá?

O que essa mansão esconde de tão tenebroso? Bom, aí é com você! Entre na pele de Chris Redfield ou Jill Valentine e solucionar o que há de tão misterioso por trás de toda essa história.



Resident Evil 2



Datas de Lançamento:

Resident Evil 2 - Playstation: 1998 (US) / 1998 (JP)
Resident Evil 2 - Nintendo 64: 1999 (US) / 2000 (JP)
Resident Evil 2 - Dreamcast: 2000 (US)
Resident Evil 2 - Gamecube: 2003 (US e JP)
Resident Evil 2 Dual Shock - Playstation: 1998 (US e JP)
Resident Evil 2 Platinum - PC: 1999 (US e JP)
Resident Evil 2 HD - PC Windows XP/Vista: 2006 (US e JP)


Sinopse:

Tudo começa com o retorno dos sobreviventes do Incidente da Mansão à cidade de Raccoon. Imediatamente, ao chegarem, contam a todos o que testemunharam. Mas as palavras dos membros dos S.T.A.R.S. são motivo de piada entre os céticos moradores da cidade e a força policial.

Alguns meses depois, por meio de forma misteriosa, o vírus produzido na mansão chega até a cidade, e as pessoas começam a sentir dores pelo corpo, falta de coordenação motora e outros estranhos sintomas. Ao decorrer dos dias, estas pessoas começam a morrer, retornando como zumbis. Um novo pesadelo começa, desta vez assombrando toda a cidade de Raccoon, que se torna a Cidade dos Monstros e cai em um completo caos, com zumbis e monstros perambulando pelas ruas e os únicos grupos sobreviventes escondidos, amedrontados e em pânico.

Na noite do dia 29 de Setembro, Leon S. Kennedy, um policial novato do R.P.D., e Claire Redfield, uma motoqueira universitária, em busca de seu irmão, Chris, chegam na cidade. Percebendo o estranho silêncio nas ruas, Leon é obrigado a parar seu carro, quando vê um corpo no meio da rua. Preocupado, o rapaz sai do carro para ver o que havia acontecido. Examinando o cadáver, Leon não percebe que está sendo vigiado, mas ao ouvir alguns passos lentos, o rapaz olha para trás e vê várias "pessoas" vindo em sua direção. Estranhou que as pessoas estavam em decomposição, estavam mortas! Sem escapatória, Leon empunha sua arma e ordena que parem onde estão, mas as criaturas não obedecem.

Já em outro lugar da cidade, em um posto de gasolina ali perto, um sujeito reclama de um ferimento feito por uma daquelas criaturas, saindo em seguida com seu caminhão.

Logo ao chegar, Claire entra em uma lanchonete e, também notando o local deserto, procura por alguém lá dentro. A jovem encontra justamente um zumbi, devorando um cadáver. Confusa, Claire se afasta, mas a criatura vai em sua direção. Esbarrando na parede ela olha pelas janelas e vê que a cidade está infestada daqueles zumbis. Sua única chance é a porta dos fundos.

Também com problemas, Leon não sabia o que fazer, quando inesperadamente, o cadáver que estava examinando agarrou seu pé e não havia outro jeito, senão atirar neles. Recuando sem rumo, ele entra em um beco. O local não tinha saída, apenas uma porta de ferro, que se abre bruscamente. Ele empunha a arma e se prepara para atirar em Claire. Assustada, a garota pede para que ele não atire, porém ao perceber que ela estava em perigo, ele pede que ela se abaixe rapidamente, e assim, liquida o morto vivo que a estava perseguindo.

Sem cerimônias, Leon sugere à garota que sigam para o R.P.D., a delegacia da cidade, pois lá estariam salvos. Correndo pelas ruas, encontram uma viatura policial, onde o rapaz tenta se comunicar pelo rádio, mas não funciona. Os dois se apresentam, Leon conta que é seu primeiro dia de trabalho, enquanto Claire está na cidade atrás do seu irmão, Chris. No porta-luvas, Claire encontra uma arma, que levará consigo em caso de perigo. Segundos depois, um zumbi se levanta e o veículo fica completamente desgovernado. A viatura se choca com as paredes várias vezes, até bater de frente com um poste, jogando longe o zumbi. Tudo parecia estar em ordem por poucos milésimos de segundos, até um caminhão desgovernado, com o motorista quase morto, surgir na direção deles. Antes de acontecer uma tragédia, eles pulam do carro, cada um para um lado, e uma explosão os separa. Eles combinam de se encontrar dentro da delegacia, pois lá estariam salvos, mas estavam enganados. É lá que o pesadelo continua...



Resident Evil 3: Nemesis




Datas de Lançamento:

Resident Evil 3 - Playstation: 1999 (US e JP)
Resident Evil 3 - PC: 2000 (Windows 98) / 2006 (XP/Vista)
Resident Evil 3 - Dreamcast: 2000 (US e JP)
Resident Evil 3 - Gamecube: 2003 (US e JP)


Sinopse:

Com o subtítulo japonês "The Last Escape", o jogo se trata da última fuga da personagem Jill Valentine da cidade de Raccoon, agora tomada por zumbis e outras criaturas, devido a uma epidemia do vírus. A trama se passa 24 horas antes e 24 horas depois do RE2. Depois do caso na tenebrosa mansão, Jill e os outros sobreviventes relatam o fato para o Chefe Irons e para toda a população, mas ninguém acredita nas palavras deles. Com os S.T.A.R.S. suspensos e desacreditados, eles decidem iniciar uma investigação independente. Chris Redfield parte para a Europa em busca de mais evidências,  enquanto Jill decide ficar em Raccoon e encontrar com Chris na Europa nos próximos dias.

No final de Setembro, porém, Jill se depara com a cidade totalmente infestada de zumbis. Durante as 24 horas antes de RE2, a jovem fugirá de monstros, contando com a ajuda de Carlos Oliveira, um mercenário da U.B.C.S., mandado pela Umbrella com a falsa missão de resgatar todos os civis sobreviventes. Além dele, Jill se envolverá com mais dois mercenários: Mikhail Victor, que está mortalmente ferido, e o misterioso Nicholai Ginovaef, o sargento do esquadrão. A jovem resolve se juntar a eles, como uma maneira mais fácil de sobreviver e sair da cidade. Mas esta tarefa não será tão fácil assim, pois um grande pesadelo a perseguirá o tempo todo, até conseguir eliminá-la. Nemesis é a grande criação da Umbrella, uma criatura com a missão de matar todos os S.T.A.R.S. sobreviventes.


Resident Evil CODE: Veronica


Datas de Lançamento:
 
Resident Evil CODE: Veronica - Dreamcast: 2000 (US e JP)
Resident Evil CODE: Veronica Complete - Dreamcast: 2001 (JP)
Resident Evil CODE: Veronica X - Playstation 2: 2001 (US e JP)
Resident Evil CODE: Veronica X - Gamecube: 2003 (US e JP)
Resident Evil CODE: Veronica X HD - Playstation 3/Xbox360: 2011 (US e JP)
 
 
Sinopse:
 
Resident Evil CODE: Veronica foi fruto de uma breve exclusividade com a Sega na época do lançamento de seu console pioneiro de 128 bits, o Dreamcast. Sem ter absoluta certeza da repercussão do título, a Capcom o teria inicialmente como um spin-off, porém, CODE: Veronica acabou fazendo maior sucesso do que o esperado, o que resultou no lançamento de sua versão com inclusões, chamada "CODE: Veronica X" no Ocidente e "Complete Version" no Japão.
 
Além de sua capacidade gráfica acima do normal para a época e da reputação que a série já tinha com seus títulos anteriores, Resident Evil CODE: Veronica apresenta também uma trama envolvente, voltada para as raízes da Umbrella, que se passa três meses após os eventos em Raccoon. Claire Redfield é a protagonista, mas outros personagens de jogos passados, como seu irmão Chris Redfield e o vilão Albert Wesker, também fazem importantes aparições e têm seus destinos alterados para sempre.
 
O sistema de jogo não foge do tradicional de Resident Evil, mas há inimigos e armas inéditas, além de incríveis ambientações que fazem deste jogo um dos melhores de toda a série.


Em breve a parte 2 com os restantes dos jogos e a Parte 3 sobre os filmes.

Fonte: http://www.residentevildatabase.com/

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Jogos Históricos #1: A Série TOTAL WAR



"Total War" é uma série de jogos com o gênero de estratégia virtual, ação e aventura. Todos os 8 games da franquia foram desenvolvidos pela "The Creative Assembly", sendo publicados primeiramente pela "Eletronic Arts", depois com dois jogos seguintes pela "Activision", passando a bola ainda hoje para a "Sega". A série iniciou seus trabalhos em 2000 e continua na ativa até hoje.

A franquia inteira é focada em diversos períodos da história da humanidade. Sendo assim, o que podemos ver nos games, sendo eles de um gênero de estratégia, são curtas computações gráficas que aparecem na 'intro' e mais algumas outras partes durante a jogatina, seguindo ou não a verdadeira situação histórica ocorrida, dependendo do seu modo de jogo. Ou seja, isso não tira o valor da série nesse ponto, até porque a grande maioria dos jogos do gênero usam este mesmo estilo de 'gameplay'.

Assim como qualquer outra famosa franquia de games, que começou a estrear seus jogos já antigamente, nós nunca podemos comparar o fator dos gráficos dos títulos atuais da série aos antigos remanescentes. Queremos que isso sempre fique claro para todos. Pois bem, "Total War" tem concorrentes de peso na disputa estratégica, dentre eles "Sim City" e o glorioso "Civilization". Mesmo assim, ao menos na característica gráfica, "Total War" ganhava dos seus vizinhos.

A série, assim como as outras citadas, prefere não encher a jogatina com várias 'cutscenes', e isso pode agradar alguns como pode afastar outros. De qualquer modo, não podemos negar, as poucas computações gráficas que a série sempre mostra em seus jogos são lindíssimas. Mas saindo delas, ainda vemos imensa qualidade nas ambientações do mapa de campanha, e claro, nas batalhas que entramos a todo momento.

Sem dúvida a característica alternativa mais admirável e revolucionária dos games "Total War", são as jogabilidades dos títulos. Obviamente, a cada ano os produtores melhoram mais e mais a qualidade nesse aspecto. Porém, falando sobre isso, o que logo vem a cabeça sobre a série seria as batalhas, e não podemos pensar diferente. Mas, como essa característica é tão única na série, resolvemos falar sobre ela separadamente na análise, ou seja, aguardem mais a frente.

Nesse ponto, podemos dizer que a série é dividida em duas diferentes categorias: estratégia por turnos, que estão presentes na campanha, e batalhas em tempo real, que também fazem parte da campanha pessoal de cada jogador, mas novamente podem ser jogadas pelo modo de "Batalhas Históricas". Todos os fatores comentados nesse parágrafo, serão melhor aperfeiçoados a frente na análise.

Campanha Viciante:


As "batalhas", tanto em terra, quanto navais, são realmente o auge de entretenimento e exclusividade da série, mas isso não quer dizer que a campanha básica dos jogos não seja divertida. Muito ao contrário, o sistema de estratégia por turnos é divertido, onde não só devemos determinar a posição dos nossos exércitos, mas também administrar as nossas cidades, controlando o nível de ordem populacional e entrada de alimentos que entra e saí, tudo isso para não criar um caos para as suas províncias.

O que talvez poderia ser melhorado nesse aspecto, seria a lentidão no qual ele acontece. Todas as ações que você efetua demoram rodadas e mais rodadas até ficarem prontas, do jeito que você quer. Apesar disso, a campanha em turnos ainda continua sendo muito divertida e viciante.

Ambientações Incríveis:


Se no fator de gráficos, os jogos "Total War" ganham de seus concorrentes, é basicamente óbvio que as ambientações não são diferentes. No mapa de campanha, onde controlamos a representação dos nossos exércitos e desenvolvemos as nossas cidades, os cenários não são como foco, estão ali funcionando como um GPS. Aonde realmente nôs sentimos em casa, é novamente nos momentos das batalhas em tempo real.

O interessante é que, um pouco antes da tela de carregamento acabar, você não sabe que cenário estará a sua frente. Você não sabe se a cidade que está sendo invadida possuí um grande ou pequeno espaço determinante. E caí entre nós, isso é muito legal. Os cenários envolventes das batalhas são os mais espetaculares hoje em dia, e com "Rome II", conseguimos ver, com a força de um bom PC, o quão bem trabalhado são essas ambientações, desde árvores no meio de diversos campos, até o excelente trabalho das texturas das águas, vistas lindamente com as batalhas navais.

Shogun - o Marco Revolucionário:




 "Shogun: Total War", para quem não sabe, foi o primeiro game da série a ser lançado, no de 2000. O jogo tinha como palco o Japão Feudal do século XV, e suas batalhas eram focadas em espadas e guerras japonesas por territórios.

Podemos considerar, que foi sim com "Shogun", que a característica revolucionária de batalhas em tempo real, teve o seu maior destaque. Na época de lançamento, esse fator que o game apresentava era impressionante, mesmo hoje em dia sendo algo já tão ultrapassado, ao menos, falando graficamente. Com uma jogabilidade excelente para a época e gráficos realmente bons, "Shogun" ainda continua sendo um dos títulos preferidos dos fãs.

Medieval - A Sequência Bem Sucedida:


O segundo capítulo da franquia causava medo aos fãs do excelente primeiro jogo, aquela sensação de preocupação envolvendo sequências. Mas, para a nossa sorte, não tínhamos com que nôs preocupar. Assim como o título deixa claro, o novo capítulo da franquia se passava no período medieval, favorito por muitos fãs do gênero. A estratégia foi muito inteligente da empresa, que se provava que gostava de alterar seus palcos a cada jogo lançado.

Em relação a qualidade de jogo, o período histórico foi novamente bem retratado, sendo as batalhas com espadas, machados, e etc... A jogabilidade do game estava bem parecida com a do título anterior, mas isso não desfez o bom trabalho. Os gráficos talvez eram o maior salto se comparado a "Shogun". Aqui eles estavam mais bonitos e as modelagens do cenário estavam mais atuais. Ou seja, "Medieval" vinha com a mesma fórmula do primeiro grande sucesso, o que resultou em mais um número grande de novos fãs. 

Rome - Agradou à Maioria:


Após o sucesso espantoso dos dois primeiros games de uma nova série de estratégia, era basicamente óbvio que mais um título sairia para os PC's. Com isso veio "Rome: Total War". O terceiro capítulo da franquia, por total ironia, acabou sendo o mais bem sucedido na crítica, até mesmo hoje em dia. Claro que os fãs da série se deram por mais que satisfeitos com o resultado final. O jogo tinha como palco agora a República Romana, misturada com uma boa dose Grega.

"Rome" trazia um cenário cativante, novamente sendo original. Agora tanto a jogabilidade, quanto os gráficos, haviam melhorado mais que graduadamente, como no game anterior. O 'gameplay' estava mais flexível e ágil de ser usar, e por sua vez, os gráficos eram os mais lindos da série, obviamente, até aquele momento. Um excelente capítulo na franquia. 

Empire - Mudança Completa de Cenário:


"Empire: Total War" foi, sem dúvida, o game que provou que a série realmente não tinha barreiras para retratar os seus cenários históricos. Isso foi visto graças ao fato de Empire, novamente como o próprio nome diz, se passasse anos a frente dos jogos antecessores. Aqui tínhamos o palco do século XVIII, perto da "Revolução Americana". Antes usávamos espadas, com cavalarias e tudo mais. Agora, até as batalhas mudaram de foco, com armas de fogo com grande destaque, lembrando assim, de qualquer maneira, "Company of Heroes". 

Apesar da originalidade ter decaído um pouco, graças ao fato do cenário histórico já existir em outra série do mesmo gênero, "Empire" continuava sendo incrível, assim como os jogos anteriores da série. A jogabilidade estava mais divertida e respondia mais facilmente e os gráficos novamente haviam sido os mais bonitos, até aquele momento. Um ótimo game!

Rome II - Um jogo VICIANTE:


O último capítulo da série até então é "Total War: Rome II". O game é uma sequência não direta do primeiro "Rome", lançado em 2004 e marcado como sucesso de crítica. Eu digo "não direta", pois simplesmente o cenário histórico que se repetiu, além dos objetivos serem os mesmos. Aqui voltávamos as espadas e cavalos, para entrar em uma das experiências mais viciantes que a série "Total War" conseguiu criar. Isso acontece pois, apesar de certos defeitos, "Rome II" possuí muitos pontos divertidos.

A jogabilidade e gráficos obviamente que nunca foram tão bem feitas, porém agora vieram muitos bugs, algo que não existia tão frequente nos jogos anteriores. Além disso, o jogo apresenta o maior tempo de 'loads' que eu pessoalmente já vi em um jogo. Ao término de cada sessão, vão-se lá no mínimo, 2 a 3 minutos de espera. Realmente irritante. Mas, apesar dessas característica nada agradáveis, "Rome II" fez jus ao universo "Total War", e é um dos games mais viciantes da atualidade. 


"Napoleon: Total War" 



O jogo foi lançado em 2010. Este é o sexto jogo da Série Total War. (Wikipédia - Napoleon: Total War) Enredo: O game se passa no período da "França Napoleônica", na qual controlamos os exércitos reais do próprio Napoleão Bonaparte. 

Confira um gameplay de Napoleão Total War:


Fonte: http://aplaceofgames.blogspot.com.br/

E aí já jogou algum dessa série de jogos? o que achou? deixe seu comentário!!!