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segunda-feira, 20 de julho de 2015

Jogos Históricos #1: A Série TOTAL WAR



"Total War" é uma série de jogos com o gênero de estratégia virtual, ação e aventura. Todos os 8 games da franquia foram desenvolvidos pela "The Creative Assembly", sendo publicados primeiramente pela "Eletronic Arts", depois com dois jogos seguintes pela "Activision", passando a bola ainda hoje para a "Sega". A série iniciou seus trabalhos em 2000 e continua na ativa até hoje.

A franquia inteira é focada em diversos períodos da história da humanidade. Sendo assim, o que podemos ver nos games, sendo eles de um gênero de estratégia, são curtas computações gráficas que aparecem na 'intro' e mais algumas outras partes durante a jogatina, seguindo ou não a verdadeira situação histórica ocorrida, dependendo do seu modo de jogo. Ou seja, isso não tira o valor da série nesse ponto, até porque a grande maioria dos jogos do gênero usam este mesmo estilo de 'gameplay'.

Assim como qualquer outra famosa franquia de games, que começou a estrear seus jogos já antigamente, nós nunca podemos comparar o fator dos gráficos dos títulos atuais da série aos antigos remanescentes. Queremos que isso sempre fique claro para todos. Pois bem, "Total War" tem concorrentes de peso na disputa estratégica, dentre eles "Sim City" e o glorioso "Civilization". Mesmo assim, ao menos na característica gráfica, "Total War" ganhava dos seus vizinhos.

A série, assim como as outras citadas, prefere não encher a jogatina com várias 'cutscenes', e isso pode agradar alguns como pode afastar outros. De qualquer modo, não podemos negar, as poucas computações gráficas que a série sempre mostra em seus jogos são lindíssimas. Mas saindo delas, ainda vemos imensa qualidade nas ambientações do mapa de campanha, e claro, nas batalhas que entramos a todo momento.

Sem dúvida a característica alternativa mais admirável e revolucionária dos games "Total War", são as jogabilidades dos títulos. Obviamente, a cada ano os produtores melhoram mais e mais a qualidade nesse aspecto. Porém, falando sobre isso, o que logo vem a cabeça sobre a série seria as batalhas, e não podemos pensar diferente. Mas, como essa característica é tão única na série, resolvemos falar sobre ela separadamente na análise, ou seja, aguardem mais a frente.

Nesse ponto, podemos dizer que a série é dividida em duas diferentes categorias: estratégia por turnos, que estão presentes na campanha, e batalhas em tempo real, que também fazem parte da campanha pessoal de cada jogador, mas novamente podem ser jogadas pelo modo de "Batalhas Históricas". Todos os fatores comentados nesse parágrafo, serão melhor aperfeiçoados a frente na análise.

Campanha Viciante:


As "batalhas", tanto em terra, quanto navais, são realmente o auge de entretenimento e exclusividade da série, mas isso não quer dizer que a campanha básica dos jogos não seja divertida. Muito ao contrário, o sistema de estratégia por turnos é divertido, onde não só devemos determinar a posição dos nossos exércitos, mas também administrar as nossas cidades, controlando o nível de ordem populacional e entrada de alimentos que entra e saí, tudo isso para não criar um caos para as suas províncias.

O que talvez poderia ser melhorado nesse aspecto, seria a lentidão no qual ele acontece. Todas as ações que você efetua demoram rodadas e mais rodadas até ficarem prontas, do jeito que você quer. Apesar disso, a campanha em turnos ainda continua sendo muito divertida e viciante.

Ambientações Incríveis:


Se no fator de gráficos, os jogos "Total War" ganham de seus concorrentes, é basicamente óbvio que as ambientações não são diferentes. No mapa de campanha, onde controlamos a representação dos nossos exércitos e desenvolvemos as nossas cidades, os cenários não são como foco, estão ali funcionando como um GPS. Aonde realmente nôs sentimos em casa, é novamente nos momentos das batalhas em tempo real.

O interessante é que, um pouco antes da tela de carregamento acabar, você não sabe que cenário estará a sua frente. Você não sabe se a cidade que está sendo invadida possuí um grande ou pequeno espaço determinante. E caí entre nós, isso é muito legal. Os cenários envolventes das batalhas são os mais espetaculares hoje em dia, e com "Rome II", conseguimos ver, com a força de um bom PC, o quão bem trabalhado são essas ambientações, desde árvores no meio de diversos campos, até o excelente trabalho das texturas das águas, vistas lindamente com as batalhas navais.

Shogun - o Marco Revolucionário:




 "Shogun: Total War", para quem não sabe, foi o primeiro game da série a ser lançado, no de 2000. O jogo tinha como palco o Japão Feudal do século XV, e suas batalhas eram focadas em espadas e guerras japonesas por territórios.

Podemos considerar, que foi sim com "Shogun", que a característica revolucionária de batalhas em tempo real, teve o seu maior destaque. Na época de lançamento, esse fator que o game apresentava era impressionante, mesmo hoje em dia sendo algo já tão ultrapassado, ao menos, falando graficamente. Com uma jogabilidade excelente para a época e gráficos realmente bons, "Shogun" ainda continua sendo um dos títulos preferidos dos fãs.

Medieval - A Sequência Bem Sucedida:


O segundo capítulo da franquia causava medo aos fãs do excelente primeiro jogo, aquela sensação de preocupação envolvendo sequências. Mas, para a nossa sorte, não tínhamos com que nôs preocupar. Assim como o título deixa claro, o novo capítulo da franquia se passava no período medieval, favorito por muitos fãs do gênero. A estratégia foi muito inteligente da empresa, que se provava que gostava de alterar seus palcos a cada jogo lançado.

Em relação a qualidade de jogo, o período histórico foi novamente bem retratado, sendo as batalhas com espadas, machados, e etc... A jogabilidade do game estava bem parecida com a do título anterior, mas isso não desfez o bom trabalho. Os gráficos talvez eram o maior salto se comparado a "Shogun". Aqui eles estavam mais bonitos e as modelagens do cenário estavam mais atuais. Ou seja, "Medieval" vinha com a mesma fórmula do primeiro grande sucesso, o que resultou em mais um número grande de novos fãs. 

Rome - Agradou à Maioria:


Após o sucesso espantoso dos dois primeiros games de uma nova série de estratégia, era basicamente óbvio que mais um título sairia para os PC's. Com isso veio "Rome: Total War". O terceiro capítulo da franquia, por total ironia, acabou sendo o mais bem sucedido na crítica, até mesmo hoje em dia. Claro que os fãs da série se deram por mais que satisfeitos com o resultado final. O jogo tinha como palco agora a República Romana, misturada com uma boa dose Grega.

"Rome" trazia um cenário cativante, novamente sendo original. Agora tanto a jogabilidade, quanto os gráficos, haviam melhorado mais que graduadamente, como no game anterior. O 'gameplay' estava mais flexível e ágil de ser usar, e por sua vez, os gráficos eram os mais lindos da série, obviamente, até aquele momento. Um excelente capítulo na franquia. 

Empire - Mudança Completa de Cenário:


"Empire: Total War" foi, sem dúvida, o game que provou que a série realmente não tinha barreiras para retratar os seus cenários históricos. Isso foi visto graças ao fato de Empire, novamente como o próprio nome diz, se passasse anos a frente dos jogos antecessores. Aqui tínhamos o palco do século XVIII, perto da "Revolução Americana". Antes usávamos espadas, com cavalarias e tudo mais. Agora, até as batalhas mudaram de foco, com armas de fogo com grande destaque, lembrando assim, de qualquer maneira, "Company of Heroes". 

Apesar da originalidade ter decaído um pouco, graças ao fato do cenário histórico já existir em outra série do mesmo gênero, "Empire" continuava sendo incrível, assim como os jogos anteriores da série. A jogabilidade estava mais divertida e respondia mais facilmente e os gráficos novamente haviam sido os mais bonitos, até aquele momento. Um ótimo game!

Rome II - Um jogo VICIANTE:


O último capítulo da série até então é "Total War: Rome II". O game é uma sequência não direta do primeiro "Rome", lançado em 2004 e marcado como sucesso de crítica. Eu digo "não direta", pois simplesmente o cenário histórico que se repetiu, além dos objetivos serem os mesmos. Aqui voltávamos as espadas e cavalos, para entrar em uma das experiências mais viciantes que a série "Total War" conseguiu criar. Isso acontece pois, apesar de certos defeitos, "Rome II" possuí muitos pontos divertidos.

A jogabilidade e gráficos obviamente que nunca foram tão bem feitas, porém agora vieram muitos bugs, algo que não existia tão frequente nos jogos anteriores. Além disso, o jogo apresenta o maior tempo de 'loads' que eu pessoalmente já vi em um jogo. Ao término de cada sessão, vão-se lá no mínimo, 2 a 3 minutos de espera. Realmente irritante. Mas, apesar dessas característica nada agradáveis, "Rome II" fez jus ao universo "Total War", e é um dos games mais viciantes da atualidade. 


"Napoleon: Total War" 



O jogo foi lançado em 2010. Este é o sexto jogo da Série Total War. (Wikipédia - Napoleon: Total War) Enredo: O game se passa no período da "França Napoleônica", na qual controlamos os exércitos reais do próprio Napoleão Bonaparte. 

Confira um gameplay de Napoleão Total War:


Fonte: http://aplaceofgames.blogspot.com.br/

E aí já jogou algum dessa série de jogos? o que achou? deixe seu comentário!!!

terça-feira, 23 de junho de 2015

Jogos Antigos #6: Logical Journey of the Zoombinis



Logical Journey of the Zoombinis é um jogo educativo destinado a promover o pensamento lógico em crianças de todas as idades. Quando o lar Zoombinis, Zoombini Isle, é tomado por criaturas chamadas Bloats, eles decidem fugir para uma casa nova. Mas eles podem apenas 16 de cada vez, e eles devem atravessar muitos obstáculos que exigem lógica para passar. É até você para passar todos os enigmas para obter todos os Zoombinis para sua nova casa.


Ano de lançamento: 1995



Confira o gameplay:


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Jogos Antigos #5: Alone in the Dark





Descrição do jogo:
Alone in the Dark é um jogo de 1992 do estilo survival horror desenhado por Frédérick Raynal e desenvolvido pela Infogrames. O jogo gerou várias sequencias, (na qual eu botei todas em apenas um link) como parte da série Alone in the Dark (bem como um filme vagamente baseado na série), e foi o primeiro jogo de survival horror feito.

História: Em 1924, Jeremy Hartwood, um artista notável e proprietário da mansão Louisiana Derceto, cometeu suicídio enforcando-se. Sua morte suspeita ainda parece não surpreender ninguém, Derceto tem a reputação de ser assombrada por um poder maligno. O caso é rapidamente tratado pela polícia e logo esquecido pelo público. O jogador assume o papel de Edward Carnby - um investigador particular que é enviado para encontrar um piano no sótão de um antiquário - ou Hartwood Emily, sobrinha de Jeremy, que também está interessado em encontrar o piano, porque ela acredita que uma gaveta secreta em ele tem uma nota em que Jeremy explica seu suicídio. O jogador, quer como Carnby ou Hartwood, vai para a mansão investigar.
Assim que o jogador entra na casa, as portas misteriosamente se fecham atrás dele ou dela. Relutantemente, ele ou ela continua até o sótão. Nessa sala, a ação começa. Segundos após o jogo permite ao jogador assumir o controle de seu caráter, monstros irão fazer o seu primeiro ataque. O jogador deve então progredir de volta pela casa, lutando contra várias criaturas e outros perigos na casa, incluindo uma equipe inteira de zumbis e monstros incríveis (alguns dos quais não podem ser mortos), armadilhas e livros arcanos, em para resolver0 o mistério de Derceto e encontrar uma saída.
É, eventualmente, explicado através de documentos encontrados durante todo o jogo que a casa foi construída por um pirata ocultista chamado Ezequiel Pregzt, e abaixo da casa existem cavernas que foram usadas para rituais obscuros e outros rituais. O objetivo geral desses rituais era aumentar suas fortunas e não estender sua vida.O corpo original de Pregzt foi incapacitado depois que ele foi baleado e Derceto foi incendiada por soldados da União acampadas durante a Guerra Civil Americana. No entanto, o espírito de Pregzt vivia dentro de seu cadáver, e tinha sido colocado por seus empregados em uma árvore velha nas cavernas debaixo Derceto (que é, como Pregzt explica em um dos muitos livros espalhados pela casa, um nome alternativo para Astarte ou Shub-Niggurath). Seria possível para ele regenerar-se, no entanto, que exige um corpo vivo. Jeremy Hartwood cometeu suicídio para evitar ser utilizado para este fim; Pregzt agora concentra suas energias no jogador.