Você vai assistir nesse vídeo o documentário "A Arqueologia Vai à Escola: Uma Experiência Com Escavação Simulada", resultado do Projeto Descobridores Mirins criado e coordenado pelos professores Cadu Dias Lopes (Midiaeducação), Eduardo Coelho (História), Maria Glória Mattos (Artes), Helio Filho (Biologia) e Marcia Bezerra (Arqueologia).
O documentário, que faz parte do portfólio do Cadu, foi dirigido por Cadu Dias Lopes com apresentação e roteiro de Marcia Bezerra e realizado pelo CPTV Marista-Rio em 2001.
O trabalho foi apresentado no XI Congresso da Sociedade de Arqueologia Brasileira - RJ; na III Mostra Marista de Tecnologia Educacional - MG e no II Congresso Nacional Marista de Educação - PE 2002.
"O Iluminismo é a saída dos homens do estado de minoridade devido a eles mesmos. Minoridade é a incapacidade de utilizar o próprio intelecto sem a orientação de outro. Essa minoridade será devida a eles mesmos se não for causada por deficiência intelectual, mas por falta de decisão e coragem para utilizar o intelecto como guia. 'Sapere aude!' 'Ouse usar seu intelecto!' é o lema do Iluminismo." Assim o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) definiu esse movimento filosófico que se estendeu das últimas décadas do século 17 aos últimos decênios do século 18, em especial na França, Inglaterra, Escócia e Alemanha, embora sua influência tenha se expandido até o Novo Mundo.
As luzes da razão
Essa linha filosófica se caracteriza pelo empenho em estender a razão como crítica e guia a todos os campos da experiência humana. Nesse sentido, ela pretende levar as luzes da razão às trevas da ignorância e do obscurantismo e compreende três aspectos diversos, mas relacionados entre si:
* extensão da crítica a toda e qualquer crença e conhecimento sem exceção;
* realização de um conhecimento que, por estar aberto à crítica, inclua e organize os instrumentos de sua própria correção;
* uso efetivo do conhecimento assim atingido com o fim de melhorar a vida privada e social dos homens.
Vamos analisar cada um desses aspectos em particular...
Fé na razão
Se por um lado o Iluminismo adota a fé na razão, ao mesmo tempo considera limitado o poder da razão, cuja expressão típica é a doutrina da coisa em si, ou seja, os poderes cognoscitivos do homem, tanto sensíveis quanto racionais, vão até onde vai o fenômeno, mas não além, quer dizer, não atinge a coisa em si, independentemente de sua relação com o homem, para o qual é um objeto de conhecimento. Por outro lado, considerada a limitação dos poderes cognoscitivos, não existem campos privilegiados dos quais a crítica racional possa ser excluída. Em particular, isso implicava os campos da política, da moral e da religião, que até então eram tabus para o pensamento racional, aos quais o importante filósofo e matemático racionalista francês René Descartes (1596-1650) achava que a razão não tinha outra coisa a sugerir além da reverência às normas tradicionais.
Princípios racionais de governo
O Iluminismo não aceitava as renúncias cartesianas. Ao contrário, estendeu a indagação do domínio da religião e da política, propondo uma religião natural ou racional, fundada não na revelação histórica, mas na manifestação natural da divindade à razão do homem (deísmo), ao mesmo tempo que questionavam os fundamentos do poder absolutista e procuravam estabelecer os princípios racionais do governo e da organização social. Da mesma forma, evidenciando a importância dos sentimentos e das paixões na conduta do homem, buscam novos pilares para a vida moral do homem. Essa atitude crítica do Iluminismo expressa-se principalmente em sua hostilidade à tradição, que considera a força mantenedora das crenças e preconceitos que deveriam ser destruídos. Para os iluministas, tradição e erro coincidiam. Apesar de essa tese poder parecer exagerada hoje, não se pode esquecer que foi graças a ela que se venceram os poderosos entraves que a tradição impunha à livre pesquisa. O segundo aspecto a ser destacado no Iluminismo é que ele inclui o empirismo, ou seja, considera um atributo do conhecimento válido o fato de poder ser posto à prova. Essa atitude empirista garante a abertura da ciência e conhecimento em geral à crítica da razão, pois consiste em admitir que toda verdade pode e deve ser colocada à prova, sendo eventualmente modificada, corrigida ou abandonada.
Valorização da ciência
É essa atitude do Iluminismo que elevará a ciência (no sentido que essa palavra tem hoje) ao primeiro lugar na hierarquia das atividades humanas. A física - sistematizada primeiramente na obra de Isaac Newton - é considerada pelos iluministas como a ciência mãe ou como a "verdadeira filosofia". O Iluminismo também será decisivo para afastar a química da alquimia e assinalar as etapas fundamentais do desenvolvimento das ciências biológicas, com a obra de diversos naturalistas. Se os resultados obtidos pelas ciências dessa época - séculos 17 e 18, vale recordar - já foram ultrapassados nos dias de hoje, cabe ressaltar que eles puderam ser questionados e corrigidos pelo próprio compromisso fundamental do Iluminismo de não bloquear a obra da razão em nenhum campo e em nenhum nível, considerando todo resultado incompleto, provisório e passível de ser corrigido.
Revoluções republicanas
Finalmente, o Iluminismo inclui o compromisso de se utilizar a razão e os resultados que ela pode obter nos vários campos de pesquisa para melhorar a vida individual e social do homem. Politicamente, as ideias iluministas expressaram-se na Revolução Americana, de 1776, e Francesa, de 1789, que apresentavam como seu objetivo declarado a felicidade ou o bem-estar da humanidade. Além disso, no plano social, o Iluminismo é responsável por duas concepções de fundamental importância para a cultura moderna e contemporânea: os conceitos de tolerância e de progresso. O princípio de tolerância religiosa além de colocar a necessidade de convivência pacífica das várias confissões religiosas, também foi responsável pela separação entre religião e Estado. Por outro lado, o compromisso de transformação iluminista leva à concepção da história como progresso, ou seja, como possibilidade de melhoria do ponto de vista do saber e dos modos de vida do homem.
Principais causas: Rivalidade anglo-alemã: A rivalidade entre a Alemanha e a Inglaterra teve origem na competição industrial e comercial. Após a unificação, a Alemanha. Passou a disputar mercados com os ingleses e se transformou em uma das maiores potências da Europa Rivalidade franco-alemã: Em 1871, a França foi obrigada a ceder a Alsácia-Lorena (região rica em carvão e ferro) ao recém unificado Império Alemão, após a derrota francesa na Guerra Franco-prussiana, conforme previa o Tratado de Frankfurt em 1871. Logo nasceu na França a ideia de vingança, de revanche (o Revanchismo Francês), com o objetivo de recuperar Alsácia-Lorena e vingar a derrota na guerra. Política de alianças: Por meio de acordos econômicos, políticos e militares, dois blocos opostos foram criados: a Tríplice Aliança, formada por Alemanha, Império Austro-Hungaro e Itália, também conhecidos como Império Centrais, e a Tríplice Entente, por Rússia, França e Grã-Bretanha. Esse sistema de blocos tornou-se uma bomba relógio quando as tensões entre os países tonaram-se incontroláveis. Corrida armamentista: Os anos anteriores à eclosão da guerra em 1914 receberam o nome de Paz Armada porque a indústria bélica aumentou consideravelmente os seus recursos, produzindo novas tecnologias para a guerra. Além disso, quase todas as nações europeias adotaram o serviço militar obrigatório, incentivando assim o sentimento nacionalista e militarista. A disputa colonial: buscando novos mercados para a venda de seus produtos, e também pelo domínio de áreas fornecedoras de matérias-primas e fontes de energia, os países industrializados entravam em choque pela conquista de colônias na África e na Ásia. Exacerbação do nacionalismo: O período que antecedeu a Primeira Guerra Mundial foi marcado por uma exacerbação do nacionalismo. As potências, de modo geral, cultivavam um discurso e uma mentalidade baseados em suas glórias militares, no poder bélico e na supremacia nacional. Nacionalismo da Sérvia: Á Sérvia era uma pequena nação eslava independente, situada na região dos Bálcãs. O seu objetivo era reunir todos os povos eslavos em um só Estado. O projeto sérvio contrariava os interesses da Áustria e da Turquia. A Rússia era aliada da Sérvia. Os alemães, também interessados na região, pretendiam construir a ferrovia Berlim-Bagdá para ter acesso direto ao petróleo da Mesopotâmia (atual Iraque), acabando com a primazia dos ingleses. Rivalidade austro-russa: A Rússia desejava dominar o Império Turco-Otamano, a fim de obter uma saída para o mar Mediterrâneo, e, também, controlar a península Balcânica. Para justificar esse expansionismo, criou o pan-eslavismo movimente político segundo o qual a Rússia tinha o "direito" de defender e proteger as pequenas nações eslavas da península Balcânica.
A situação conflituosa entre o final do século XIX e o início do século XX deu origem à chamadapaz armada. Como o risco de guerra era bastante grande, as principais potências trataram de estimular a produção de armas e de fortalecer seus exércitos. Foi um momento de intensa corrida armamentista, quando a Tríplice Aliança (Alemanha, Império Austro-Húngaro e o Império Turco-Otomano) ampliava sua capacidade bélica, e a Tríplice Entente (Rússia, França e Inglaterra) buscava equipar-se. A indústria bélica aumentou consideravelmente os seus recursos, produzindo novas tecnologias para a guerra. Além disso, quase todas as nações europeias adotaram o serviço militar obrigatório, incentivando assim o sentimento nacionalista.
A explosão da guerra mundial
Assassinato de Francisco Ferdinando (Sarajevo, Bósnia, 28/06/1914): foi o estopim que detonou a Primeira Guerra Mundial, quando as tensões entre os dois blocos de países haviam crescido a um nível insuportável.
Principais fases: primeira fase (1914/1915) movimentação de tropas e equilíbrio entre as forças rivais; segunda fase (1915/1917) guerra de trincheiras; terceira fase (1917-1918) entrada dos Estados Unidos, ao lado da França e da Inglaterra, e derrota da Alemanha.
Entrada da Itália – A Itália, membro da Tríplice Aliança, manteve-se neutra até que, em 1915, sob promessa de receber territórios austríacos, entro na guerra ao lado de franceses e ingleses. Saída da Rússia – Com o triunfo da Revolução Russa de 1917, onde os bolcheviques estabeleceram-se no poder, foi assinado um acordo com a Alemanha para oficializar sua retirada do grande conflito. Este acordo chamou-se Tratado de Brest-Litovsk, que impôs duras condições para a Rússia. Entrada dos Estados Unidos – Os norte-americanos tinham muito investimentos nesta guerra com seus amigos aliados (Inglaterra e França), os países da Entente adquiriam armas, munições, combustíveis, remédios, etc. dos EUA para pagarem após a guerra. Era preciso garantir o recebimento de tais investimentos. Os norte-americanos também tinham receio de uma possível vitória alemã, pois a Alemanha poderia se tornar uma mega potencia colonial, industrial e bélica, sendo impossível de derrotá-la no futuro. Utilizou-se como pretexto o afundamento do navio “Lusitânia”, que conduzia passageiros norte-americanos.
Participação do Brasil – Os alemães, diante da superioridade naval da Inglaterra, resolveram empreender uma guerra submarina sem restrições. Na noite de 3 de abril de 1917, o navio brasileiro “Paraná” foi atacado pelos submarinos alemães perto de Barfleur, na França. O Brasil, presidido por Wenceslau Brás, rompeu as relações com Berlim e revogou sua neutralidade na guerra. Novos navios brasileiros foram afundados. No dia 25 de outubro, quando recebeu a noticia do afundamento do navio “Macau”, o Brasil declarou guerra à Alemanha. Enviou auxilio à esquadra inglesa no policiamento do Atlântico e uma missão médica.
Consequências da guerra:
a) O aparecimento de novas nações;
b) Desmembramento do império Austro- Húngaro;
c) A hegemonia do militarismo francês, em decorrência do desarmamento alemão;
d) A Inglaterra dividiu sua hegemonia marítima com os Estados Unidos;
e) O enriquecimento dos Estados Unidos;
f) A depreciação do marco alemão, que baixou à milionésima parte do valor, e a baixa do franco e do dólar;
g) O surgimento do fascismo na Itália e do Nazismo na Alemanha.
Os "14 Pontos do Presidente Wilson"
Em mensagem enviada ao Congresso americano em 8 de janeiro de 1918, o Presidente Wilson sumariou sua plataforma para a Paz que concebia: 1) "acordos públicos, negociados publicamente", ou seja a abolição da diplomacia secreta;
2) liberdade dos mares; 3) eliminação das barriras econômicas entre as nações; 4) limitação dos armamentos nacionais "ao nível mínimo compatível com a segurança"; 5) ajuste imparcial das pretensões coloniais, tendo em vista os interesses dos povos atingidos por elas; 6) evacuação da Rússia; 7) restauração da independência da Bélgica; 8) restituição da Alsácia e da Lorena à França; 9) reajustamento das fronteiras italianas, "seguindo linhas divisórias de nacionalidade claramente reconhecíveis"; 10) desenvolvimento autônomo dos povos da Áutria-Hungria; 11) restauração da Romênia, da Sérvia e do Montenegro, com acesso ao mar para Sérvia; 12) desenvolvimento autônomo dos povos da Turquia, sendo os estreitos que ligam o Mar Negro ao Mediterrâneo "abertos permanentemente"; 13) uma Polônia independente, "habitada por populações indiscutivelmente polonesas" e com acesso para o mar; e 14) uma Liga das Nações, órgão internacional que evitaria novos conflitos atuando como árbitro nas contendas entre os países.
Os "14 pontos" não previam nenhuma séria sanção para com os derrotados, abraçando a idéia de uma Paz "sem vencedores nem vencidos". No terreno prático, poucas propostas de Wilson foram aplicadas, pois o desejo de uma "vendetta" por parte da Inglaterra e principalmente da França prevaleceram sobre as intenções americanas.
O Tratado de Versalhes: conjunto de decisões tomadas no palácio de Versalhes no período de 1919 a 1920. As nações vencedoras da guerra, lideradas por Estados Unidos, França e Inglaterra, impuseram duras condições à Alemanha derrotada (é importante ressaltar que os EUA não ratificaram o Tratado Versalhes, consideravam excessivas a quantidade de reparações impostas à Alemanha). O desejo dos alemães de superar as condições humilhantes desse tratado desempenhou papel importante entre as causas da Segunda Guerra Mundial:
· Restituir a região da Alsácia-Lorena à França. · Ceder outras regiões à Bélgica, à Dinamarca e à Polônia (corredor polonês). · Ceder todas as colônias. · Ceder à França a propriedade inteira e absoluta das minas de carvão situadas na baixia do Sarre. · Entregar quase todos seus navios mercantes à França, à Inglaterra e à Bélgica. · Pagar uma enorme indenização em dinheiro aos países vencedores (33 milhões de dólares). · Seu exército foi limitado a 100 mil voluntários, e o recrutamento militar foi proibido. · Reduzir seu poderio militar sendo proibida de possuir aviação militar, submarinos, artilharia pesada e tanques. · Reconhecer a independência da Áustria. · Reconhecer a independência da Polônia · Considerada a grande culpada pela guerra.
A formação da Liga das Nações: em 28 de abril de 1919, a Conferência de Pás de Versalhes aprovou a criação da Liga das Nações, com a missão de agir como mediadora nos casos de conflito internacional, preservando a paz mundial. Entretanto, sem a participação de países importantes como os Estados Unidos, União Soviética e Alemanha, a liga revelou-se um organismo impotente.
A ascensão econômica dos Estados Unidos no pós-guerra: os Estados unidos alcançaram significativo desenvolvimento econômico através da exportação de produtos industrializados. A Europa tornou-se dependente dos produtos americanos. liciamento do Atlântico e uma missão médica.
Um dos povos pré-colombianos mais importantes da História não tem uma origem 100% conhecida, mesmo após décadas de pesquisas histórico-arqueológicas movidas por diversos profissionais através dos anos. Muitos apontam os incas como um povo que teria descendido de um grupo étnico conhecido como taipicala e migrado para a região próxima a Cuzco e dos vales do rio Urubamba e do rio Huatanay por volta do ano 1200.
O vale do rio Urubamba foi muito importante para o desenvolvimento do povo inca.
Esta é a definição da “origem” dos incas mais aceita hoje em dia, até mesmo pelos achados arqueológicos que confirmam estas informações e provam que houve uma migração na época e que a partir desta migração a civilização inca desenvolveu-se na região.
Mas é óbvio que não existe apenas a definição “histórica”, baseada em achados arqueológicos. Os próprios incas tinham uma história que contava suas origens e que era transmitida de forma oral ou através de gravuras nas cerâmicas, nas paredes dos templos e nas peças de ouro. Na verdade, existem duas versões que explicam a origem do povo inca: a “lenda dos irmãos Ayar” e a “lenda de Manco Capac e Mama Ocllo”, e as duas, apesar de serem parecidas, tem seus detalhes e particularidades.
Aqui nós vamos falar da segunda lenda, já que a primeira eu pesquisei bastante e não encontrei uma exatidão nos relatos, há muita informação e pouca certeza, como em toda tradição oral que se preze. Mas se você que está lendo tiver curiosidade, eu deixei o link acima para um site que explica um pouco sobre esta lenda. Está em castelhano, mas dá para entender.
“A lenda de Manco Capac e Mama Ocllo”:
Segundo esta lenda, os habitantes do lado norte do lago Titicaca viviam como “animais selvagens” – e aqui talvez nós podemos fazer uma comparação com os primeiros grupos humanos viviam na Pré-História, sem qualquer organização social.
Manco Capac e Mama Ocllo
O deus-sol, Inti, decidiu que estes seres mereciam passar por um “processo civilizatório”. Assim, ele criou um casal, Manco Capac e Mama Ocllo, e pediu que os dois fossem até a Terra para construir um grande império e civilizar estes povos, mas antes eles deveriam encontrar o lugar para construir a capital.
Os dois aceitaram a missão e emergiram da espuma do lago Titicaca, na Isla del Sol, munidos de um cetro de ouro, e rumaram para o norte.
Conta a lenda que a beleza de suas roupas e o brilho das jóias e do ouro que os dois carregavam fizeram com que as pessoas daquela região percebessem o casal como dois deuses – como eles realmente eram – e passaram a segui-los, mesmo que secretamente.
Manco Capac e Mama Ocllo procuraram o local exato por algum tempo. A ordem dada por Inti era que eles deveriam fixar o império em um lugar de terras férteis, e para saber se a terra era realmente fértil eles deveriam afundar o cajado de ouro até o fim, tendo a certeza que ali seria fácil plantar e colher com abundância.
Um belo dia eles chegaram até os pés do cerro Huanacauri, e ali, no vale do rio Huatanay o cajado enfim foi “sugado” pela terra. Capac e Ocllo iniciaram então a construção da cidade de Cuzco, conhecida também como “Umbigo do Mundo”, futura sede do império inca. Também ensinaram o povo que os seguiu a plantar, construir casas, cozinhar, enfim, cumpriram a “missão”, o pedido feito pelo deus-sol ao criá-los e civilizaram o povo.
Cerro Huanacauri.
Assim como todos os personagens lendários que existem mundo afora, Manco Capac e Mama Ocllo não tem sua existência confirmada por achados arqueológicos. Muitos consideram que realmente existiu tal casal e que eles foram os primeiros líderes incas, e à história dos dois foi agregada a lenda da criação do povo.
Outras pessoas acreditam que esta é apenas uma lenda, e nenhum dos dois realmente existiu. De qualquer forma, vale o registro desta interessante manifestação cultural dos povos andinos, concordam?
Dizem que o brasileiro é um dos poucos povos que riem de sua desgraça. Passadas as eleições, os ânimos começam a esfriar, permitindo-nos mais uma vez refletir e "brincar" com a nossa situação sócio-cultural. A música exposta abaixo reflete uma situação que provavelmente nós vimos nestes últimos meses nas campanhas eleitorais, esta música de Bezerra da Silva, pode até ser considerado um hino de revolta do cancioneiro popular, que mostra como o "político" usufrui dos mais carentes. Acredito que esta música serve para representar políticos de inúmeras legendas, vitoriosas ou vencidas nestas últimas eleições.
Candidato Caô Caô
Caô Caô Caô Caô.. A justiça chegou!
Ai malandragem..se liga! Bezerra da Silva provando e comprovando a sua versatilidade! "Sai pra lá caozada..Oh o rappa na área!"
Ele subiu o morro sem gravata Dizendo que gostava da raça Foi lá na tendinha Bebeu cachaça E até bagulho fumou Jantou no meu barracão E lá usou Lata de goiabada como prato Eu logo percebi É mais um candidato Às próximas eleições (3x)
Fez questão de beber água da chuva Foi lá no terreiro pediu ajuda E bateu cabeça no congá Mais ele não se deu bem Porque o guia que estava incorporado Disse esse político é safado Cuidado na hora de votar
Também disse:
Meu irmão se liga No que eu vou lhe dizer Hoje ele pede seu voto Amanhã manda a polícia lhe bater
Meu irmão se liga No que eu vou lhe dizer Hoje ele pede seu voto Amanhã manda os homem lhe prender
Hoje ele pede o seu voto Amanhã manda a polícia lhe bater.
Eu falei pra você viuuuuu..
Esse político é safadão oh ai cumpade!
Nesse país que se divide em quem tem e quem não tem, Sinto o sacrifício que há no braço operário Eu olho para um lado Eu olho para o outro Vejo o desemprego Vejo quem manda no jogo E você vem, vem Pede mais de mim Diz que tudo mudou E que agora vai ter fim Mas eu sei quem você é Ainda confia em mim?
Esse jogo é muito sujo Mas eu não desisto assim Você me deve..haha haha Malandro é malandro Mané é mané Você me deve... Você me deve seu canalha Você me deve malandragem
Você ganhou duzentas vezes na loteria malandro? Duzentas vezes cumpade? É
Fez questão de beber água da chuva Foi lá na macumba pediu ajuda E bateu cabeça no congá Deu azar.. A entidade que estava incorporada Disse esse político é safado Cuidado na hora de votar
Também disse:
Meu irmão se liga No que eu vou lhe dizer Hoje ele pede seu voto Amanhã manda a polícia lhe bater
Meu irmão se liga No que eu vou lhe dizer Hoje ele pede seu voto Amanhã manda a polícia lhe prender
Hoje ele pede o seu voto Amanhã manda a polícia lhe bater.
Ai ai perai cumpade..perai perai perai Sujôooo.. Ae malandragem se liga na missão Fica atento Político é cerol fininho
Político engana todo mundo.. Menos o caboco..ele deu azar na macumba do malandro..ah lá O caboco caguetou ele
Hoje ele pede, pede, pede de você .. Amanhã vai vai te fudê..
Hoje ele pede, pede, pede de você .. Amanhã vai vai.. ohhh
Produtora Blizzard Entertainment
Editora(s) PC, Mac OS
Blizzard Entertainment(América do Norte)
Ubisoft (Europa)
Saturn, PlayStation
Electronic Arts (América do Norte e Europa)
Electronic Arts Victor(Japão)
Plataforma(s) MS-DOS, Linux,AmigaOS 4, Mac OS,Sega Saturn,PlayStation,Microsoft Windows
Data(s) de lançamento PC, Mac OS
AN 9 de Dezembro de 1995
EU 1996Saturn, PlayStation
AN 31 de Agosto de 1997
EU 31 de Agosto de 1997
Gênero(s) Estratégia em tempo real
Modos de jogo Single Player e Multiplayer
Classificação ESRB: T
OFLC: G8+
ELSPA: 15+
Média CD-ROM
Controles Mouse, Teclado e Gamepad
Idioma Inglês
Warcraft é a história de um Universo fictício onde é ambientada a série de livros e jogos para computador de mesmo nome publicados pela Blizzard Entertainment, Inc . A primeira aparição do Universo Warcraft aconteceu no jogo Warcraft: Orcs & Humans, em uma história que era basicamente sobre a luta pela sobrevivência entre humanos e orcs em Azeroth, um dos planetas do Universo Warcraft.
A história é divida em antes e depois da primeira guerra sendo a data mais antiga, segundo a linha de tempo oficial da Blizzard, dez mil anos antes de Orcs & Humans,embora haja registros de que a data mais antiga do Universo Warcraft seja de 147 mil anos antes de Orcs & Humans, conforme é descrito no guia RPG Shadows & Light. Atualmente a história de Warcraft está ambientada 32 anos após Orcs & Humans, sendo o título atual o jogo World of Warcraft: Mists Of Pandaria.